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Quem Errou?

Um celular de flip para o filho no 6º ano: sou rígida demais?

Dilema da redação17 de outubro de 2026· Seja o primeiro a votar

História inventada pela redação para abrir o debate, não um relato real.

Minha versão

Meu filho vai entrar no 6º ano. Ele pede um smartphone há meses, porque “todo mundo tem”. Entendo que ele precise me ligar na saída da escola, ainda mais porque vai sozinho de ônibus. Então comprei um celular de flip: ligação, SMS, uma bateria que dura uma semana, e um jogo da cobrinha que ele acabou adorando. O smartphone fica para o 8º ano, a gente volta a conversar. Ele chorou duas noites, dizendo que seria “o único com celular de vô”. O pai dele acha que estou isolando nosso filho do grupo de WhatsApp da turma, onde tudo se combina.

A versão do outro lado

Meu filho explica que convites, lição esquecida e piadas passam todos pelo grupo da turma. Sem smartphone, ele fica sabendo das coisas no dia seguinte, e se sente meio de fora. O pai dele acrescenta que um smartphone com controle parental e horários seria um bom meio-termo, em vez de um aparelho que deixa ele marcado logo no primeiro dia de aula.

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